Partindo do problema da identidade e do impacto adoecedor que ela produz nos homens, Alexandre apresenta a noção de resistência existencial, e, em consonância com as análises de Michel Foucault acompanha a crítica à clínica como possível extensão do confessionário. O que surge daí é a possibilidade de um modo novo de pensar a psicologia para além de toda psicopatologização da existência e de toda tendência funcional de reduzir a psicologia ao modelo médico-psiquiátrico.
Psicologia pós-identitária: Da resistência existencial à crítica
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